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ARTES VERBALES AMERINDIAS: CUESTIONES TEÓRICAS Y ESTUDIOS DE CASO

Viernes 3 de octubre de las 15:00 a las 17:00 horas

Centre des Colloques, sala 3.03

 

Organización : Brigitte Thiérion (Université Sorbonne Nouvelle) e Rita Olivieri-Godet (Université Rennes 2).

Ponentes : Isabel Maria Fonseca (Universidade Federal de Roraima, Brasil), Brigitte Thiérion (CREPAL, Sorbonne Nouvelle), Sheila Praxedes (Universidade Federal de Roraima, Brasil), Rita Olivieri-Godet (ERIMIT, Université Rennes 2), Bethania Mariani (Universidade Federal Fluminense), Fábio Almeid Carvalho (Universidade Federal de Roraima, Brasil), Roberto Mibielli (PPGL-UFRR), José Luís Jobim (Universidade Federal Fluminense).

Resumen :

El indígena maya Emilio Escalante (2015) organizó recientemente una recopilación sobre la teorización de la literatura indígena contemporánea en las Américas, afirmando que no cabe duda de que el resurgimiento y la visibilidad de la literatura de autores indígenas -a menudo publicada en ediciones bilingües o multilingües- representa hoy uno de los fenómenos culturales más novedosos de la región latinoamericana, incluyendo textos adscritos a géneros como la novela, la poesía, el testimonio, el ensayo y el teatro (2015, p. 2).

Esta afirmación ya plantea la cuestión del reconocimiento a través de los géneros literarios. Como sabemos, los dos grandes sistemas de clasificación de los géneros literarios tienen una historia bien conocida en Occidente, pero muchos investigadores de las literaturas asiáticas y africanas han señalado que esta división en géneros ignora una serie de tipos de texto que no tienen cabida en los sistemas de clasificación occidentales. Así que, en cierto modo, la observación de Escalante implica que

1) existe un elemento común transcultural que permite tanto a los productores como a los receptores de textos amerindios reconocer, en la tipología occidental, algunos de estos textos como novela, poesía, testimonio, ensayo y teatro;

2) probablemente hay textos «irreconocibles», porque no corresponden a ningún ítem de la tipología textual construida para clasificar los textos en Occidente. En este taller, incluiremos cuestiones teóricas relativas al marco de referencias en los estudios sobre las artes verbales amerindias y estudios de casos específicos.

Referencia:

ESCALANTE, Emilio del Valle (org.) Teorizando las literaturas indígenas contemporâneas.T Raleigh, NC: Editorial A Contracorriente, 2015.

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 ARTES VERBAIS AMERÍNDIAS: QUESTÕES TEÓRICAS E ESTUDOS DE CASO

Sexta-feira, 3 de outubro, das 15h às 17h

 

Organização: Brigitte Thiérion (Université Sorbonne Nouvelle) e Rita Olivieri-Godet (Université Rennes 2).

Oradores: Isabel Maria Fonseca (Universidade Federal de Roraima, Brasil), Brigitte Thiérion (CREPAL, Sorbonne Nouvelle), Sheila Praxedes (Universidade Federal de Roraima, Brasil), Rita Olivieri-Godet (ERIMIT, Université Rennes 2), Bethania Mariani (Universidade Federal Fluminense), Fábio Almeid Carvalho (Universidade Federal de Roraima, Brasil), Roberto Mibielli (PPGL-UFRR), José Luís Jobim (Universidade Federal Fluminense).

Resumo:

O indígena Maia Emílio Escalante (2015), organizou recentemente uma coletânea sobre a teorização acerca de literaturas indígenas contemporâneas nas Américas, afirmando que não há dúvida de que o ressurgimento e a visibilização de literaturas de autoria indígena – muitas vezes publicada em edições bi- ou multilíngues – representa hoje um dos mais novos fenômenos culturais na região latino-americana, incluindo textos afiliados a gêneros como romance, poesia, testimonio, ensaio e teatro (2015, p. 2).

Nesta afirmação, já aparece a questão do reconhecimento, através dos gêneros literários. Como se sabe, os dois grandes sistemas de classificação por gêneros literários têm uma história bem conhecida no Ocidente, mas muitos pesquisadores de literaturas asiáticas e africanas têm apontado que esta divisão em gêneros ignora uma série de tipos de texto que não encontram lugar nos sistemas ocidentais de classificação. Assim, de certa maneira, a observação de Escalante implica que:

1) existe uma comunalidade transcultural que permite tanto a produtores quanto a receptores de textos ameríndios reconhecerem, na tipologia ocidental, alguns destes textos como romance, poesia, testimonio, ensaio e teatro;

2) provavelmente há textos “irreconhecíveis”, porque não correspondem a nenhum item da tipologia textual construída para classificar textos no Ocidente. Neste atelier, vamos incluir questões teóricas que tratam do quadro de referências nos estudos sobre as artes verbais ameríndias e estudos de caso específicos.

Referência:

ESCALANTE, Emílio del Valle (org.) Teorizando las literaturas indígenas contemporâneas. Raleigh, NC: Editorial A Contracorriente, 2015.

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